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Cássia Vicentin

[Resenha] – As quatro portas do tesouro: O resgate de Althea

Arquivado em Livros, Resenhas
- junho 15, 2017

» Esse post pode conter spoiler do primeiro livro da série. Leia a resenha de O amuleto de Aloni.

Depois de um final emocionante em O amuleto de Aloni, Marcelo, Júlio e Daniel retomaram suas rotinas, mas algo neles dizia que a Mata de Anatema ainda guardava muitos segredos. Após um incidente, os meninos retornam para a Mata numa missão para resgatar Althea, a mulher desaparecida de Seth.

A situação que eles encontram dentro da porta escolhida é assustadora. Daniel, Marcelo e Júlio são “transportados” para uma cidade dominada pelo pode da chefe de estado Átira, que transformou tudo em um terrível caos. A cidade também é divida em classes de acordo com a raça de cada morador. Por conta dessa situação, os meninos são feitos de escravos e acabam conhecendo Zoia.

Por confiarem nas pessoas erradas, Júlio, Marcelo, Daniel e Zoia acabam se metendo em grandes problemas e em aventuras memoráveis. Durante essas situações, fica bastante claro que as ideias mais absurdas podem dar certo.

Uma personagem que merece destaque é a Zoia. Adorei conhecê-la e saber que ela também esteve presente nas aventuras dos meus velhos amigos. Gostei de ver uma presença feminina no meio de tantas aventuras.

Infelizmente eu senti que alguns acontecimentos do livro foram muito rápidos e que algumas situações foram resolvidas com muita facilidade; eu acabei sentindo falta de um pouco da magia que encontrei em O amuleto de Aloni. Mas isso não me fez desgostar da obra, mas o que eu realmente queria era passar mais tempo ao lado de Júlio, Marcelo, Daniel e Zoia.

A edição de O resgate de Althea está diferente do primeiro livro. As folhas são amareladas, e a qualidade do livro como um todo está excelente. E. Samuel novamente me conquistou com a sua escrita tão cativante e estou ansiosa para conferir o próximo livro da série.

O resgate de Althea é um livro para todas as idades! Recheado de aventuras, através dele podemos conhecer novas culturas (dentro do contexto da obra) e também é possível identificar inúmeras referencias mitológicas. E é claro, a ideia de que uma amizade verdadeira pode superar os piores desafios continua presente nesse livro, assim como no primeiro.

Agradeço a querida E. Samuel por ter me enviado esse livro e por compartilhar comigo esse mundo tão único e mágico.


  • Editora: Publicação Independente
  • ISBN: 9781540559852
  • Autor(es): E. Samuel
  • Páginas: 203 páginas
  • Ano: 2016
  • Avaliação: 3,5/5
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[Resenha] – A viúva

Arquivado em Livros, Resenhas
- junho 4, 2017

Em A viúva conhecemos a história de Jean e Glen Taylor, um casal conhecido por todos por conta de um crime no qual Glen era suspeito. Após a morte de Glen, Jean decidiu que era a hora de contar sua versão sobre a vida que levava ao lado do marido e detalhes de como o caso Bella afetou a relação dos dois. Além disso, também conhecemos o detetive Bob Sparkes e a conceituada jornalista Kate Waters, que também estão ligados nas histórias contadas pela viúva.

Em cada capítulo temos o ponto de vista de um personagem diferente, além de uma mistura de fatos do passado com fatos do presente, e dessa forma é possível entender o que realmente aconteceu na vida de Jean e Glen, além de mais detalhes a respeito do caso Bella. Confesso que senti nojo e desprezo em vários momentos da história, uma vez que o livro aborda temas que vão contra os meus princípios, como por exemplo pornografia infantil.

Jean acabou se revelando uma personagem com características e ideias peculiares ao longo da trama, o que foi um ponto positivo para o livro. Não vou dar mais detalhes a respeito disso, mas ela me surpreendeu bastante.

A viúva é um livro com uma premissa interessante, mas por conta de tantas voltas durante a história, a conclusão acaba sendo um pouco óbvia – e essa foi uma característica que me decepcionou com o livro como um todo. Eu gosto bastante de ir descobrindo os segredos dos mistérios ao longo da história, mas a impressão que eu tive foi que tudo se revelou muito rápido e no final o “choque” não foi muito grande.

Eu imaginava que a leitura desse livro seria diferente, eu estava esperando por uma história estilo Garota exemplar, mas infelizmente acabei me decepcionando um pouco com o decorrer da trama. Infelizmente o livro acabou se tornando mais do mesmo e Fiona Barton não conseguiu me agradar tanto com a sua escrita e história.


  • Editora: Intrínseca
  • ISBN: 9788551001028
  • Autor(es): Fiona Barton
  • Páginas: 304 páginas
  • Ano: 2017
  • Avaliação: 3,5/5
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SELO_BLOGSPARCEIROS_2016

Cinco jogos que todo mundo deveria jogar

Arquivado em Diversão, Pessoal
- maio 30, 2017

Boa noite, sonhadores! Tudo certo com vocês?!

Eu sempre fui fã de jogos de tabuleiro e de cartas. Quando era pequena gostava de jogar Mico, Cai não caiImagem e açãoE esse gosto foi crescendo junto comigo – eu não nego uma partida de jogos desse tipo. Apesar de eu não ter muita paciência, eu me esforço ao máximo e me divirto com meus amigos e familiares. Foi pensando nisso que eu reuni cinco dicas de jogos que todo mundo deveria jogar pelo menos uma vez nessa vida.

Banco Imobiliário

Meu primeiro contato com dinheiro foi através desse jogo. Ninguém nunca me deixava ser o banco (graças a Deus, porque hoje em dia eu não tenho a menor paciência/jeito pra ficar controlando dinheiro), mas eu sempre jogava, firme e forte. Esse jogo é meio que um ciclo sem fim, porque ele pode demorar horas e horas e ninguém sai como vencedor (geralmente o pessoal acaba vendendo as casas, terrenos e afins só pra acabar logo).

Jogo da Vida

Quem tinha esse jogo era um dos meus vizinhos. Eu me lembro que foram muitas tentativas de finalizar esse jogo, mas realmente são muitas casinhas, são muitas horas de jogo, casamento, viagem, filhos, carro, escola, contas… ufa, realmente é um jogo da vida 😋 (e nós nunca chegamos até o final – mas é preciso ter perseverança, hahaha).

War

Eu sempre choro quando eu jogo esse jogo. Sério, até hoje (com meus 24 anos) eu choro. A verdade é que eu nunca tive muita paciência e noção de estratégias para conquistar meus objetivos (epa, se fosse só no jogo tava bão kkkk). O que é uma pena, porque todo mundo acaba se divertindo e eu saio como a chata da história.

Ludo

O primeiro jogo de tabuleiro que eu lembro de ter jogado foi Ludo. Jesus, como eu gostava de jogar com os meus pais e com o meu irmão ♥. Hoje em dia acho que muita gente não conhece esse jogo, e apesar dele ser um pouco simples/bestinha, é um jogo que eu sinto saudades.

Uno

Esse sim é pra causar guerra, desentendimentos, discussões, e tretas, muitas tretas!!! A família do meu namorado gosta bastante de jogar Uno (principalmente quando vamos viajar) e é batata: toda vez que nós jogamos rola algum desentendimento. Chega a ser muito engraçado, porque nós jogamos com unhas e dentes, e vale tudo pra ganhar a partida.

E se alguém ficou com vontade de adquirir algum dos jogos indicados nesse post, deixo aqui uma dica de ouro: o site de descontos Cupom Terra. Através dele vocês poderão encontrar inúmeros cupons de descontos, códigos promocionais, ofertas e promoções de lojas super bacanas (nacionais e internacionais), como Americanas, Ofertas Carrefour, Extra e muitas outras lojas online ♥ Além disso, existe uma lista no site que é atualizada diariamente com novidades sobre as lojas parceiras. Vale à pena conferir 😍

Beijinhos e até mais!