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Ratinha de Biblioteca

Eu li: O treinador do meu sobrinho

Arquivado em Livros, Resenhas
- outubro 4, 2017

Boa noite, sonhadores! Tudo certo com vocês?!

Eu fiquei um pouco ausente do blog por motivos de::: o cabo de rede do meu computador resolveu parar de funcionar. Ai hoje eu tive a brilhante ideia de fazer a maior gambiarra do mundo pra conseguir usar meu notebook e ainda bem que deu certo, porque eu consegui parar pra atualizar o blog com uma resenha muito especial ^_^.


Em “O treinador do meu sobrinho” podemos conhecer a história de Maria Eduarda (ou Duda, para os mais íntimos), uma uma mulher completamente independente (e teimosa!!) e que é reconhecida por ser uma ótima fotógrafa. E também conhecemos André, o treinador de Igor (sobrinho da Duda) que é capaz de conquistar rios e mares com seu jeito divertido e carinhoso.

As histórias deles se cruzam quando Duda é convidada para fotografar o campeonato de tênis em que seu sobrinho irá participar. Até então ela só tinha ouvido comentários a respeito de André vindos de seu sobrinho e da sua irmã. E como Duda nunca foi de se apaixonar, ela não colocou muita fé no que ouvia. Mas quando Duda conheceu André, tudo mudou.

Eu concordei com o Igor logo no começo da história: Duda e André foram feitos um para o outro. Apesar de eu não ter concordado com algumas atitudes dos dois personagens, eu senti que um poderia ser capaz de ajudar o outro a superar os traumas do passado.

Quando eu li a sinopse de “O treinador do meu sobrinho”, eu logo imaginei que seria um livro com muitas cenas hots e características desse gênero. Ainda bem que eu me enganei: apesar de Duda ser uma personagem extremamente atraente, o livro não se baseia apenas nisso. Existe uma singela história de amor que envolve os leitores logo nas primeiras páginas.

“Perder alguém é uma coisa natural, a morte chegará para todos um dia, mas, antes de isso acontecer temos é que viver, especialmente viver amando a cada instante.”

 

Apesar de ser um livro que pode ser lido em praticamente um dia, eu senti que o desenrolar da trama aconteceu rápido demais. Isso aconteceu em praticamente toda a leitura e eu fiquei com a sensação de que a autora poderia ter elaborado mais algumas cenas e ideias. Mas isso não prejudicou a minha leitura em nenhum momento.

No mais, “O treinador do meu sobrinho” é um livro envolvente e tocante, do jeitinho que eu gosto; A autora soube expressar os sentimentos dos personagens e me cativou durante toda a história.

Agradeço a autora Vanessa Gramkow que cedeu gentilmente o exemplar de “O treinador do meu sobrinho” ao Procurei em Sonhos.


  • Editora: Ella
  • ISBN: 9788584051083
  • Autor(es): Vanessa Gramkow
  • Páginas: 146 páginas
  • Ano: 2017
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➼ Livro cedido para resenha pela autora

Para conhecer mais a respeito do livro, acesse a página oficial no Facebook.

Eu li: Agora e para sempre, Lara Jean

Arquivado em Livros, Resenhas
- julho 8, 2017

❥  Não deixe de ler os demais posts sobre a série Para todos os garotos que já amei clicando aqui.


Agora e para sempre, Lara Jean é, acima de tudo, um livro sobre despedidas e recomeços. Eu decidi realizar a leitura desse livro bem devagar, porque eu não aceitava que já era hora de me despedir dessa  história. Mas quando me dei conta, já tinha devorado o livro. E posso afirmar: A trilogia para todos os garotos que já amei vai além de uma simples história de amor adolescente.

Lara Jean está no terceiro ano do ensino médio e seu relacionamento com Peter cresce e amadurece a cada dia. Mas infelizmente o futuro é incerto e eles precisam aprender a lidar com as surpresas da vida, planos para a faculdade, dramas familiares e muitos sonhos (que podem se tornar pesadelos). Mas nós sabemos que crescer não é fácil, mas também sabemos – depois de tantas aventuras ao lado de Lara Jean – que a nossa protagonista é uma pessoa muito forte, determinada e que faz o impossível para agradar as pessoas ao seu redor.

Além do foco no relacionamento de Lara Jean e Peter, na leitura desse livro também é possível identificar de forma mais explicita o amadurecimento das irmãs Song, o envolvimento entre elas, a cumplicidade e o companheirismo. Esse foi um ponto que me emocionou bastante: a união entre elas. Kitty continuou sendo a minha queridinha, e é incrível ver como essa menina amadureceu tanto nos três livros. Em alguns momentos parecia que ela era a irmã mais velha, e meu Deus, deveriam investir em um livro sobre o futuro dessa menina. O pai das meninas continua sendo um superpai (apesar de eu não concordar com algumas atitudes dele) e a presença da sra. Rothschild só me fez gostar ainda mais dele.

Eu gostei muito desse livro. Arrisco dizer que foi o meu favorito de toda a trilogia. A maneira como tudo foi acontecendo, os altos e baixos e as diversas formas de amor (entre a família, amigos e também entre Lara Jean e Peter) foram pontos que se destacaram ao longo da obra. Eu me emocionei muito, principalmente no que diz respeito ao pai de Peter. Me faltam palavras para descrever o meu sentimento em relação a toda essa história. Só digo uma coisa: essa trilogia me marcou e entrou para a lista das minhas queridinhas.

“Ele fala com toda a certeza que só um garoto adolescente pode ter, e eu nunca o amei mais do que neste momento.”

Os livros da Jenny Han sempre me transportam para histórias maravilhosas e despertam em mim sentimentos incríveis. E é claro que em Agora e para sempre, Lara Jean isso não foi diferente. A autora encerrou a trilogia de forma extraordinária, me transportou para o Ensino Médio, me fez reviver tantos sentimentos, e também reforçou a mensagem de que tudo nessa vida acontece por algum propósito.

A Editoria Intrínseca enviou, junto com o livro, uma caixinha muito fofa e também um pequeno livro com as receitas executadas pela Lara Jean ao longo da trilogia. Estou doida para colocar a mão na massa e fazer uns quitutes.

Através desse post me despeço dessa trilogia, mas deixo a promessa de que em breve irei realizar a releitura dessas obras.


  • Editora: Editora Intrínseca
  • ISBN: 9788551001981
  • Autor(es): Jenny Han
  • Páginas: 304 páginas
  • Ano: 2017
  • Adicione no Skoob
  • Amazon*

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[Resenha] – Quem era ela

Arquivado em Livros, Resenhas
- março 27, 2017

Fazia tempo que um livro não me prendia da primeira até a última página; Comecei a leitura de Quem era ela por conta dos inúmeros comentários positivos que circularam nas redes sociais a respeito da obra, e quando percebi, já estava devorando o livro em busca de respostas. Li as quase 340 páginas em menos de três dias e posso dizer que o livro entrou na minha lista de melhores leituras do ano.

Como você se sentiria que precisasse responder um questionário e seguir regras para morar em uma casa perfeita?! 

Folgate Street, nº 1 foi planejada por Edward Monkford, um renomeado arquiteto e um dos sócios fundadores da Monkford e Associdados. A casa é minimalista e é composta por muita tecnologia, desde uma senha para abrir a porta, até sensores que ligam o chuveiro, e ela é considerada uma casa muito segura. Mas por conta de todas essas qualidades, os interessados em morar em Folgate Street, nº 1 precisam preencher uma série de formulários e realizar uma entrevista com Edward, que tem o veredito final sobre quem poderá morar lá.

O livro é narrado sob a perspectiva de duas personagens: Antes: EmmaDepois: Jane. As diferentes visões a respeito da Folgate Street, nº 1 são importantes para o melhor desenvolvimento e entendimento da história. Jane é a atual moradora da casa, mas aos poucos descobre que a antiga inquilina, Emma, teve uma história misteriosa enquanto viveu ali. Aos poucos Jane se vê envolvida nesse mistério, e tenta descobrir o que, de fato, aconteceu.

Durante a leitura da obra é possível identificar que Jane e Emma possuem algumas características em comum, o que torna toda história ainda mais enigmática. Por conta da narrativa que se alterna, é possível acompanhar a vida de Emma e em que ponto a história de Jane “cruzou” com a dela. E eu adianto uma coisinha pra vocês: são fatos de tirar o sono.

Todos os personagens tem um peso muito forte na história. Eles foram muito bem desenvolvidos e possuem ligações que tornam toda a história por trás de Folgate Street, nº 1 mais misteriosa. É difícil de saber quem está falando a verdade e quem está tentando tirar algum tipo de proveito diante dos fatos apresentados. Além disso, a casa em si também se torna uma espécie de personagem, uma vez que as descrições sobre ela são muito bem detalhadas e ela (sim, a casa!!) pode induzir conclusões a respeito de diversos fatos.

Os capítulos são curtos e o autor soube criar um clima de muito suspense, mistérios e enigmas a respeito da casa e também dos personagens. A impressão que eu tive foi a de que JP Delaney “jogava” informações para o leitor guardar na memória e só trabalhava com isso nos capítulos seguintes. Isso prendeu minha atenção de uma maneira que não sei explicar; só sei que foi muito bom.

Não tenho tempo para pessoas que não se esforçam para aperfeiçoar a si mesmas.

Concordo [ ] [ ] [ ] [ ] [ ] Discordo

 

Quem era ela aborda temas do cotidiano, temas que são considerados tabus nos dias de hoje e também temas que dificilmente são vistos na literatura. O livro quebra paradigmas e faz questão de mostrar que toda ação tem uma reação.

A edição da Intrínseca está um capricho; o livro veio dentro de uma caixinha, sem muitas explicações sobre a obra (e me conquistou logo ali). Eu achei super interessante que os inícios de capítulos são parte dos questionários respondidos pelas personagens, o que me fazia ficar refletindo sobre diversos assuntos da minha vida – e também sobre o rumo que a história estava seguindo.

Eu queria ficar falando sobre esse livro por mais capítulos. Mas o meu medo de soltar algum spoiler é grande. E é sério: o livro só tem graça se você descobre aos poucos o que aconteceu. Mas é claro, se você já leu e quer trocar figurinhas sobre a história, é só me mandar um e-mail

Só peço uma coisa: leiam esse livro! Quem era ela é uma obra de arte e me lembrou bastante os livros da Gillian Flynn. Eu já fiquei imaginando uma adaptação para o cinema e vou indicar esse livro com todas as forças pra todo mundo, hahaha!


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