3 motivos para ler a série ‘Para todos os garotos que já amei’

Em 17.08.2018   Arquivado em Livros,

Bom dia, sonhadores  Tudo bem com vocês?!

Hoje finalmente é o dia da estréia de Para todos os garotos que já amei, na Netflix! Se eu estou feliz?! Mas é claro! O filme foi baseado na história de Lara Jean, uma garota muito fofa, apaixonada e determinada. Eu amei toda a trilogia dos livros e não vejo a hora de chegar em casa e conferir a adaptação!

Por isso, resolvi fazer um post com três motivos para ler a trilogia Para todos os garotos que já amei. Espero que vocês gostem do post e das dicas <3

1- A família de Lara Jean é maravilhosa!

Apesar dos problemas vividos pelos personagens, uma das coisas que eu mais gostei nos livros foi a união da família de Lara Jean. Tem brigas?! Tem sim! Mas também tem muitas risadas, afeto, união, amor… Eu sempre quis saber como seria minha vida se eu tivesse uma irmã, e acho que seria mais ou menos como Margot, Lara Jean e Kitty. E, cá entre nós, o pai delas é um show à parte. Gostei bastante de como ele, por ter que cuidar de três filhas e sozinho, soube fazer isso com maestria (mas é claro que, como eu disse anteriormente, essa família é muito unida e também muito ouriçada, hahaha)

2- O amadurecimento dos personagens no decorrer da trilogia

Eu gosto bastante de acompanhar a evolução e amadurecimento dos personagens durante os livros que eu leio, e fiquei bem contente por esse ser um ponto forte nessa trilogia. A autora soube dar o destaque necessário para cada personagem, e é muito bacana acompanhar as escolhas, erros e acertos de cada um durante os livros. Já falei nas resenhas e volto a repetir que Kitty se tornou uma das minhas personagens preferidas e é justamente por ela ter amadurecido de uma maneira muito natural no decorrer da trilogia.

3- Lara Jean é uma eterna apaixonada!

Eu sei que sou suspeita para falar sobre isso porque eu me identifiquei muito com a Lara Jean. Eu sempre gostei de escrever cartas e quase nunca as entregava; mas isso mudou, hahaha! Porém, o fato de Lara Jean ser apaixonada pela vida, por seus familiares e também por ela ter demonstrado os mais diversos sentimentos pelos seus crushes fez com que eu me apaixonasse mais ainda por ela (meio confuso, eu sei!). Mas eu achei muito bonito como ela aprendeu a lidar com todos os seus sentimentos e em como ela foi demonstrando cada um deles. Queria ser amiga dela só pra ter a oportunidade de dizer que ela é uma grande inspiração para mim (ღ˘⌣˘ღ)

Mais alguém por aqui está ansioso para a estreia do filme?! Sei que rolou uma sessão exclusiva de pré estreia durante a Bienal mas, infelizmente, eu não pude ir 🙁 Mas já separei meus cookies e não vejo a hora de me divertir e de me emocionar com o filme.

❥ Não deixe de ler os demais posts sobre a trilogia Para todos os garotos que já amei clicando aqui.

❥ Adquira os livros através da Amazon*: Para todos os garotos que já amei | P.s: Ainda amo você | Agora e para sempre, Lara Jean

P.s.: Acho que me empolguei na hora de tirar as fotos e quis colocar quase todas aqui no post x_x sorry! 

Beijão e um ótimo fim de semana!

Cinco músicas dos Beatles que eu gosto muito ♥

Em 23.05.2018   Arquivado em Mídias, Música

Hey, sonhadores! Tudo bem com vocês?!

Quando eu estava no Ensino Médio, conheci uma das grandes paixões da minha vida: Beatles. E desde então, sempre que dá, eu escuto algumas músicas e me sinto completa. Por isso, hoje separei as cinco músicas dos Beatles que eu estou escutando com mais frequência nesse momento (e algumas até fazem parte da minha lista de preferidas, hahaha).

Penny Lane

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Três livros nacionais que eu amo muito ♥

Em 03.05.2018   Arquivado em Livros

Oi, sonhadores! Tudo bem com vocês?!

Como no dia 01 de maio foi comemorado o Dia da Literatura Brasileira, eu resolvi falar um pouco sobre três livros nacionais que fazem parte da minha lista de favoritos… Vamos lá?!

A história esquecida da hospedaria na estrada

Iniciei a leitura dessa obra cheia de expectativas, que foram superadas ao longo da obra. Narrado sob a perspectiva de Crhonos (o senhor do tempo), o livro se passa na hospedaria S’mentry Manor – um lugar misterioso, sombrio e encantador. Eu fiquei apaixonada pela criação dos personagens, por suas histórias e também pela hospedaria (que se torna personagem em alguns pontos da trama). A experiência de leitura desse livro foi extraordinária e eu recomendo a obra para todos.

Memórias Fictícias

Esse foi um livro que me emocionou e me tocou do início ao fim. O livro é dividido em quatro diários, e em cada um é possível conhecer mais a respeito das personagens, seus dramas e conflitos. Através dessa leitura eu pude refletir sobre inúmeros pontos a respeito da minha mãe. Eu li o livro em 2013 e recentemente assisti ao filme Coraline – e percebi que existem muitas referências do livro de Neil Gaiman nessa obra (principalmente porque algumas partes do livro também são mágicas).

Arthannya

Tive a oportunidade de conhecer essa obra em 2015, e até hoje sinto um carinho muito especial por ela. Arthannya nos conta a história de Lúcia e Toran, que vivem grandes aventuras intergalácticas. Por ser um livro diferente dos que eu estou acostumada a ler, eu me surpreendi bastante com tudo o que eu encontrei na obra. Nesse livro temos muitas aventuras, romance, mistérios e segredos. Além disso, a qualidade de escrita da autora é fantástica, porque ela pensou nos mínimos detalhes para compor sua história.

Espero que vocês tenham gostado dos livros indicados! Alguém por aqui já leu algum desses livros?! Contem para mim nos comentários!

Beijão <3

Esse post faz parte do Top Comentarista especial 09 anos de blog

[Tag] – Qual Mais

Em 27.03.2018   Arquivado em Livros

Oi, sonhadores! Tudo bem com vocês?!

Eu não pretendia ficar tão longe do blog durante esse mês, mas aí eu tive prova no inglês (e fiquei estudando em praticamente todo meu tempo livre), e também estava preparando e organizando as coisas para minha festa de 25 anos *yaaaay* (logo logo irei publicar um post sobre isso).

Por isso, o post de hoje vai ser mais descontraído e leve: irei responder a tag Qual Mais. Eu vi essa tag lá no Toca da Lebre, mas quem criou a tag foi a Nívea do Estante Clássica.

Foto retirada do Pinterest

01) Qual livro mais me fez rir?

Sem dúvidas foram os livros O diário de Bridget Jones, Quebrada em grande estiloAmor ao pé da letra.

02) Qual livro mais me fez chorar?

Eu fico muito sensível quando estou lendo algum livro, então eu sempre me envolvo demais com as histórias. Mas os dois livros que mais me fizeram chorar nessa vida foram O diário de Anne FrankA estrela que nunca vai se apagar.

03) Qual livro mais chato que já li?

Infelizmente algumas leituras não funcionam para todos 🙁 E o livro que veio em minha cabeça para responder essa pergunta foi A febre.

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4 motivos para ler O Grande Ivan

Em 12.03.2018   Arquivado em Livros,

Oi, gente! Tudo bem com vocês?!

Recentemente eu criei um desafio pessoal que se resume em ler (pelo menos) 50 livros no ano de 2018. Eu sei que esse número é um pouco baixo para algumas pessoas, mas levando em consideração a minha rotina super corrida, acho que 50 livros para um único ano é uma quantidade ok. (se você quiser conferir a lista dos livros, clique aqui).

Por conta desse desafio, eu realizei a leitura do livro O Grande Ivan e me apaixonei pela história. Confesso que eu já tinha colocado esse livro para trocas no Skoob vááárias vezes, e até tinha cogitado colocar na caixa de doações. Mas alguma coisa me dizia que eu precisava lê-lo. Eu gostei tanto dessa obra, que hoje estou aqui para dividir com vocês quatro motivos para ler O Grande Ivan.

1) Singelo, tocante e emocionante

Acho que a primeira coisa que me tocou durante a leitura foi a escrita de K. A. Applegate. Ela transformou a história de Ivan (um gorila muito gente boa) em algo tão emocionante. Com o passar das páginas, era possível entender como é difícil, para os animais, viverem em jaulas, fora do habitat natural. Digo isso porque Ivan e seus amigos viviam presos em “domínios” dentro de um shopping. Para mim, essa grande amizade era o que dava forças para eles seguirem suas rotinas.

Cada atitude de Ivan, cada gesto, cada diálogo ou recordação me deixavam muito emocionada. Minha vontade era de entrar na história e dar um grande abraço em todos eles.

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