Projetos

[PCBL #1] – 5 personagens literários que eu gostaria de ser!

Sonhadores ♥

A Carol do blog Estante das Fadas me convidou para participar de um projeto muito bacana: o Postagem coletiva – blogs literários (PCBL). Todo mês vocês irão encontrar um post especial aqui no Procurei em Sonhos (que terá o mesmo tema para os blogs participantes do projeto, mas serão ‘visões’ diferentes sobre o assunto). No post de hoje tenho que citar cinco personagens literários que eu gostaria de ser. Que tal conferir?

 
 

 

 Lícia | Livro: O Senhor da Luz

Licía é uma jovem aventureira que não tem medo de nada. Suas atitudes são baseadas no que acredita, tentando ser sempre justa. Aprendi muito com ela, principalmente a não desistir dos meus sonhos. Sem falar que ela é uma aventureira mulher, ou seja, ganhou grande destaque no meu coração (gosto de livros desse gênero e gosto mais ainda quando encontro protagonistas do mesmo sexo que eu).

 Eleanor | Livro: Eleanor & Park

Eleanor me surpreendeu em todas suas atitudes. Ela nunca deixou de ser quem realmente era e mesmo passando por inúmeros desafios, ela sempre tentou encontrar algo bom. Dona de um jeito tímido, único, essencial, essa ruivinha me emocionou e me incentivou de inúmeras formas. Seria uma honra ser a Eleanor do Park.

  Karou | Livro: Feita de Fumaça e Osso 

Karou foi uma personagem por quem me apeguei muito. Ela possui uma personalidade marcante e um jeito único, além de ser portadora de grandes mistérios. Gosto mais dela em ‘Feita de Fumaça e Osso’ do que em ‘Dias de Sangue e Estrelas’ (mesmo sabendo que houve um amadurecimento da mesma no segundo livro), porque foi interessante descobrir a personagem enquanto ela mesma se descobria.

 Sofia | Livro: Perdida

Acho que todo mundo já percebeu que sou apaixonada por romances, certo? E a Sofia enquadra muitas características que eu admiro em uma mocinha: está em perigo, é confiante, segura de si, e não dá o braço a torcer. Sem falar que ela vive uma história de amor alá Jane Austen ♥ (mais um pontinho para ela, já que também é fã da autora!).

 Alasca | Livro: Quem é você, Alasca?

Alasca me conquistou logo nas primeiras páginas. Seu jeito misterioso, sedutor e a mescla de imaturidade com decisões de gente grande me fizeram criar um laço muito forte com essa personagem. Mas acredito que se eu tivesse a oportunidade de ser ‘Alasca por um dia’, eu teria tomado algumas decisões diferentes.

E então, o que vocês acharam das minhas escolhas?! Deixem um comentário contando!

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 Blogs participantes

 

Sorteios

[RESULTADO: Concurso Cultural] – O jogo perfeito

Esse é o primeiro Concurso Cultural que estou organizando (em parceria com a Faro Editorial), e espero que vocês participem ♥ O tema é o livro O jogo perfeito, e o prêmio é uma camisa do personagem Jack Carter.

 Instruções

Os interessados deverão preencher o formulário abaixo respondendo a seguinte pergunta: Eu quero entrar em campo para O Jogo Perfeito porquê…

Usem a criatividade: Pode falar que é porque o Jack Carter é um lindo, contar que a história te tocou de alguma forma inesperada, argumentar sobre sua paixão pelo esporte… Vocês também podem consultar a resenha que foi publicada aqui no blog ou as informações fornecidas na página da editora;

Será apenas um vencedor e ele deverá ter endereço de entrega no Brasil;

Prazo para participação: de 13/08 à 25/08/2014;

O resultado sairá até o dia 01/09/2014 e o vencedor terá 72 horas para responder o e-mail de contato;

O envio do prêmio é de responsabilidade da editora;

Em caso de dúvidas, enviar um e-mail para cvannucchi@procurei-em-sonhos.com

 Lembrando que as respostas fornecidas para o concurso cultural não podem ser de autoria de terceiros e nem fugir do tema proposto.

A vencedora foi a querida leitora Juu-Chan õ/ Parabéns, querida!

Eu quero entrar em campo para O Jogo Perfeito porquê…

Porque cara… Seria um sonho conhecer o Jack, vendo-o arremessando daquela maneira espetacular, só dele! E imagine se ele me mandasse milhares de moedas de 25 centavos só pra me… Tocar? Que sonho. E fizesse um Cofrinho da Gatinha? Putz. Preciso de um pedacinho dele pra mim. Pra eu poder sonhar com ele. Fazer o Jogo Perfeito para conquistá-lo, e arremessar meu coração para ele. Marcar pontos no coraçãozinho dele!

Agradeço a participação de todos ♥ E lembrando que, se a Ju não responder o e-mail, irei divulgar a segunda resposta que mais agradou 😉

Diversão, Viagens

Bienal de Primeira Viagem #2 – Dicas

 

Oi, oi, oi meus queridos! Hoje já é dia 12, e sabem o que isso significa? Faltam 10 dias para a Bienal õ/

Nesse post irei falar sobre algumas dicas para quem vai participar do evento. Algumas delas vocês já devem estar cansados de ler/ouvir, mas não custa nada reforçar, certo?!

Onde ficar?!

Se você vai ficar mais de um dia no evento e não tem onde passar a noite, uma sugestão são os hosteis que ficam ao redor do local onde será realizada a Bienal. Minhas amigas e eu começamos a cotar os preços em meados de Maio, e o mais em conta (e com maior comodidade/melhor localização) foi o Okupe – Pousada & Hostel. Mas claro, se vocês tiverem aquele amigo ultra camarada que mora em SP, nada melhor do que passar uns dias na casa dele como hóspede, hehe!

Faça uma lista de compras

Sim, meus caros, essa dica é uma das mais importantes. Deve ser extremamente normal chegar na Bienal e querer comprar absolutamente todos os livros, de todos os estandes (mesmo se você já tiver o exemplar em casa!). Então é necessário fazer uma lista com os livros que gostaria de comprar (no próximo post irei mostrar a minha e falar com mais detalhes sobre o assunto). Sugiro também que vocês dividam por Editora e coloquem a localização de cada estande, assim dá pra se planejar direitinho ^^

Leve uma mochila

Ninguém quer passar o dia todo carregando livros nas mãos, certo?! Além de doer os braços, acaba incomodando e acaba gerando um stress desnecessário. O interessante é levar a mochila sem muita coisa (ou seja, com espaço sobrando), para que vocês consigam acomodar todas as comprinhas e mimos que irão adquirir no decorrer do evento. Levem também uma pequena carteira com dinheiro extra, cartão (débito/crédito), documentos e carteirinha do plano de saúde (sério gente, isso é importantíssimo!). Organize a divisão de espaço para que nada fique “solto” dentro da mochila, impedindo que você pegue o que precisa quando necessário.

Beba água

Essa foi uma das dicas que mais encontrei por ai: beba água. Confesso pra vocês que, às vezes, eu acabo esquecendo de beber água (não façam isso!!) e quando percebo, já estou quase sem voz. É necessário manter-se hidratado, principalmente porque o tempo em que nós, amantes de literatura, vamos passar andando é absurdo (sem falar das filas!). Então não esqueçam dessa preciosa dica *levem no coração!*

 

Faça um roteiro dos eventos que quer participar

Eu sei que todo mundo quer estar em todos os eventos ao mesmo tempo (Ô dona Hermione, trás um vira-tempo, por favor!), mas é meio impossível. Para evitar grandes tumultos, é interessante que você faça um roteiro do que pretende visitar, com localização, horários das sessões de autógrafos e tudo mais 😉 No site oficial da Bienal foi disponibilizada a planta dos expositores.

Combine de se encontrar com amigos

Nada melhor do que encontrar com amigos apaixonados por livros na Bienal ♥ Deve ser um momento único! Estou combinando vários ‘encontros’ com alguns blogueiros e estou muuuito ansiosa! Marquem de ir ao mesmo estande, troquem informações sobre livros, fofoquem sobre o evento e troquem marcadores como lembrança (e não esqueçam da foto!).

Outras dicas

Anotaram todas as dicas acima?! Ok, agora a mais importante e a que NINGUÉM deve esquecer: chegue cedo, leve o ingresso (se já tiver) e use sapatos/roupas adequados (de acordo com o clima do dia, claro). E aproveite muito o evento ♥

 

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E então, alguém tem mais alguma dica?! Deixem no comentários, será de grande utilidade para todos!

>> Outros posts sobre a Bienal

Bienal de Primeira Viagem #1 – Apresentação

Livros, Resenhas

[Resenha] – Invisível

Nos primeiros capítulos de Invisível, eu estava traçando uma linha imaginária sobre a história que acabou sendo bem diferente do que o livro em si se tratava. Não que isso tenha sido ruim, pelo contrário, quando percebi o rumo que o enredo estava seguindo, fiquei mais animada e me senti mais motivada para descobrir os mistérios que estavam presentes na obra.

O livro conta a história de Stephen, um garoto que nasceu invisível. Juro que no inicio eu pensei que fosse no sentido figurado, mas isso é algo que o leitor descobre em menos de duas páginas lidas. Stephen, apesar de ser invisível, sempre tentou ter uma vida normal. Ele se alimentava, tomava banho, dormia, tinha sentimentos… Ou seja, tudo o que uma pessoa é capaz de fazer/sentir. Porém, não podia falar o tempo todo (imagine só se você está andando na rua e escuta uma voz do “além” e não enxerga ninguém por perto?!), não podia ir à escola e também era invisível para si mesmo. Ele nascera assim por conta de uma maldição que foi lançada em sua mãe pelo seu avô. Pode parecer meio confuso, mas na história, faz todo sentido.

Acostumado a nunca ser visto, Stephen se surpreendeu quando Elizabeth (sua nova vizinha) o cumprimentou como se fosse a coisa mais normal do mundo. Foi um choque de realidade para o pobre garoto, mas ele enxergou em sua nova amiga uma maneira de encontrar a liberdade.

Elizabeth e Stephen descobrem que possuem muito em comum e isso foi algo que me agradou bastante na leitura. Eles são mais do que meros adolescentes; eles descobrem um no outro uma maneira de recomeçar, apesar de todas as dificuldades impostas pela vida.

Durante a história, Laurie (o irmão de Elizabeth) ganha certo destaque e acabei gostando bastante de sua personalidade. Mesmo sendo o irmão mais novo, em alguns momentos é ele quem acaba assumindo as responsabilidades e ajuda sua irmã e o amigo nos momentos mais difíceis. Millie e Saul também são dois personagens que se destacam, porque são capazes de tentar ajudar Elizabeth e Stephen na incansável busca da libertação da maldição.

Invisível é um infanto-juvenil muito gostoso de ler. Muitas pessoas desejam tornar-se invisíveis em determinados momentos da vida, mas ninguém nunca parou para pensar nas consequências. Stephen nos mostra outra visão da vida, e isso foi o que me fez gostar tanto da obra. Mesmo com suas dificuldades, ele nunca desistiu de ser quem realmente era.

Mesmo contando com dois autores, o livro não deixou a desejar. Não conhecia a escrita de David Levithan nem de Andrea Cremer, mas não tive dificuldades durante a leitura. Foi um livro emocionante e, apesar de meio fantasioso, muito real.

 

Editora: Galera Record

ISBN: 978-85-01-40322-3

Autor(es): David Levithan & Andrea Cremer

Páginas: 322 páginas

Ano: 2014

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