Textos

12.06

Passaram-se 365 dias desde aquele 12 de junho, e, seu maior objetivo era não mais lembrar daquela noite em que seus lábios quase se encontraram e seus corpos se desejaram…
Textos

Out/2009

Tentar seguir em frente, não se deixar abater e fingir que seu pobre coração ainda quer continuar a funcionar. Mas, no fundo, você mais do que ninguém sabe que ele está louco, inquieto, pulsando, para assim parar de viver e enfim acabar com a dor.
Textos

28.05

Casaremos sob a luz das estrelas, que serão nossas madrinhas, cúmplices, damas de honra, testemunhas. Casaremos de pés descalços à beira mar, e os nossos sorrisos refletiram ao grande luar que selará nossa união. Seremos felizes, viajaremos pelo mundo em lua de mel, compartilharemos o nosso amor com todos, teremos três filhos, um cachorro, uma casa amarela longe de todos os problemas. Faremos juras de amor todas as noites, manhãs, tardes. Sairemos de mãos dadas, teremos brigas bestas por ciumes, faremos as pazes, faremos amor à luz da lareira, vamos brincar de pique esconde por entre os móveis, e cair na gargalhada em cima dos tapetes.

Seremos só você e eu. Falaremos sobre nós por onde passarmos. Vamos respirar amor. Vamos tomar café na cama quando der vontade. Vamos dormir de conchinha. Vamos sonhar, acordar, vamos viver. Vamos ser eternos, assim como nosso amor.

Textos

you were the best part of my life:my last regret!

Escrevi poemas, versos, frases. Respondi cartas, mensagens, recados, dos quais nunca tiveram o direito de ter uma resposta. Revivi momentos, lembranças, tardes de domingo de mãos dadas no parque. Disquei seu número um milhão de vezes, mas sempre desligava ao dar o primeiro toque. Esperei por horas e mais horas ao lado do telefone, na esperança de que você retornasse alguma das ligações, e, quando isso acontecia, não o atendia, por medo de sentir-me fraca, mais uma vez, ao escutar tua voz. Folheei meus cadernos rabiscados em busca de um consolo. Vi nossos nomes escritos lado a lado, vi tua assinatura naquele nosso desenho que fizeste quando comemoramos seis meses. Senti as promessas quebradas, as juras de amor voando pela janela, sem um sentido, uma explicação. Vi-te ao meu lado, enquanto revirava os albúns de fotos, com uma xícara de café nas mãos. Li meu diário, aquele velho diário que me acolheu sorridente na época em que só de ver teu sorriso eu ganhava o meu dia, e aquele mesmo que chorou comigo, todas as lágrimas (des)merecidas desde a sua partida… Já não te espero mais como em todas as noites de outono.