Terça feira, 13 de abril de 2010.
Hoje acordei com uma insaciável vontade de ganhar um dos seus abraços. Abri os olhos com imenso desejo de sentir seus lábios junto dos meus. Pensei em mil frases de amor para lhe dizer tudo o que está preso aqui dentro. Revivi cada um dos nossos momentos juntos em meus mais profundos e insanos pensamentos. Sorri quando tive vontade de chorar. Quase chorei, quando a saudade apertou demais. Ouvi nossa trilha sonora milhões de vezes, e pude sentir você ao meu lado, cantando comigo, como fazia sempre. Achei que iria despencar de tanta angustia ao lembrar de tudo o que já foi dito em momentos impróprios. Respirei fundo… Contei as horas até que pudéssemos trocar algumas palavras, mesmo não sendo como eu queria. Ignorei a voz da razão, para seguir a emoção, meu coração. Detestei teorias sobre o amor. Tive medo de fechar os olhos e sonhar com você. Tentei apagar memórias das quais eu não queria lembrar. Fui forte, quando pensei não mais aguentar. Me senti crescida, ao ponto de matar a criança que mora aqui dentro. Escutei sua voz, mesmo não estando perto de mim. Hoje, quis te ter novamente. Hoje, tive ódio de você, de mim… de nós.