Procurei em Sonhos

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Eu li: Mindhunter (O primeiro caçador de Serial Killers Americano)

Através da leitura de Mindhunter: O primeiro caçador de Serial Killers Americano podemos conhecer um pouco a respeito da trajetória de John Douglas e como ele acabou se tornando um importante agente do FBI. Responsável pela criação do programa de análise de perfis, John Douglas nos conta através dos seus relatos sua visão a respeito de cada caso, além dos bastidores para a realização da análise de perfil de cada suspeito.

Eu achei o livro bem interessante, porque eu acabei conhecendo casos policiais dos quais eu nunca tinha ouvido falar, e também tive a oportunidade de conhecer um pouco sobre todo o universo do FBI – por exemplo, o fato de ser extremamente anormal uma mulher trabalhar em um departamento nos primeiros anos de FBI; e também como o FBI foi ganhando um papel importante (e respeito) dentro de cada caso.

Mas devo ressaltar que Mindhunter é um livro denso, que contém um choque de realidade muito grande e descrições a respeito de alguns casos nos quais John trabalhou. Dessa maneira podemos acompanhar todo o processo dentro de um caso, desde a ligação para a polícia até o julgamento do acusado.

A leitura de Mindhunter foi muito desafiadora para mim em vários aspectos, principalmente pelo fato de o livro ser uma espécie de biografia (que é um tipo de livro que não estou acostumada a ler), pela escrita do autor (demorei para pegar o ritmo e me envolver com a narrativa), e também porque a obra descreve inúmeros casos de maneira detalhada (incluindo uma quantidade absurda de nomes, referências, dados, datas e cenas). Juntando tudo isso, eu acabei demorando mais do que o esperado para finalizar a leitura e a minha experiência com esse livro, infelizmente, não foi tão interessante quanto eu esperava.

Espaço reservado para fotos e matérias (pessoais e de alguns casos).

A série exibida pela Netflix Mindhunter foi baseada na obra de John Douglas. Eu ainda não assisti, mas ouvi bons comentários a respeito dela que pretendo dar uma chance assim que possível. Então, no momento, não posso fazer comparações entre o livro e a série.


  • Editora: Intrínseca
  • ISBN: 9788551001738
  • Autor(es): Mark Olshaker e John Douglas
  • Páginas: 384 páginas
  • Ano: 2017
  • Avaliação: 3/5
  • Adicione no Skoob
Parceria Intrínseca
Eu li: Métrica (Slammed #1)
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Eu li: O Homem de Giz

Tá na mala: livros para ler na praia

Oi, gente! Tudo bem com vocês?!

Finalmente minhas férias chegaram (yeeeey!) e amanhã estarei indo para a Riviera de São Lourenço com a família do Pablo. Todo ano eu escolho alguns livros para levar comigo (cerca de 3 ou 4); já teve vezes em que eu finalizei as leituras e peguei algum livro do Pablo emprestado, e também já aconteceu de eu levar meus preciosos e nem chegar perto deles x_x Mas esse ano eu estou animada, parece que alguma coisa dentro de mim está se reacendendo e eu sinto que vou dar conta de ler o que eu levar.

Eu não escolhi livros muito longos, mas optei por levar alguns que estão na minha meta de leitura. São eles:

Livros para ler na praia
  • Desejo à Meia-Noite (Os Hathaways #1)
  • O Acordo (Amores Improváveis #1)
  • Mindhunter

Estou com grandes expectativas a respeito dessas obras. Como eu disse, não sei se irei completar todas as leituras, mas o que vale é a intenção, né não?!

Alguém por aqui já leu algum desses livros?! Contem para mim nos comentários!!

Beijos :*

(Obs.: O blog ficará sem postagens até 10/02/2018 e os e-mails só serão respondidos após essa data).

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Eu li: Uma janela na praia

Uma Janela na Praia

Uma Janela na Praia, da querida E. Samuel me conquistou logo nos primeiros capítulos. Comecei o livro ontem de noite e hoje de manhã eu já tinha devorado as 241 páginas – isso porque é em formato é digital e eu precisei ler pelo celular. Narrado sob a perspectiva de Carolina, o livro nos leva para incríveis temporadas na praia, com muita amizade, paqueras, desentendimentos e auto conhecimento.

A família de Carol costumava ir para a praia praticamente todos os feriados do ano e por conta dessas idas e vindas, ela acabou criando um laço muito forte com Samantha (que se tornou sua melhor amiga). Em uma dessas viagens elas acabaram conhecendo os pirralhos – um grupo de meninos mais novos que estavam hospedados no prédio ao lado do delas. Conforme a temporada de férias foi passando, Sam e Carol acabaram criando uma ligação muito forte com os meninos, principalmente com César e Rafa. Dessa maneira, durante o decorrer do livro, podemos acompanhar todos os dilemas passados pelos jovens, algumas briguinhas, desentendimentos e uma amizade muito forte.

Confesso que em alguns momentos eu queria ter uma conversinha bem séria com a Carol, porque ela me tirava do sério. Eu sei que insegurança é uma coisa horrível, mas nossa… Só lendo para entender essa minha frustração, hahaha! E o Rafa também, só por Deus. Aliás, acho que de alguma forma, todos os personagens do livro me tiraram do sério em alguma parte da trama. Mas eu dou um desconto, porque sei que são personagens novinhos (eles se conheceram com cerca de 15/16 anos), então eu meio que entendo toda a confusão que se passava na cabecinha deles.

Gostaria de deixar ressaltado que eu fiquei morrendo de inveja desse pessoal que ia para a praia praticamente todo fim de semana! Das vezes em que eu fui para a praia, eu nunca criei amizades e nem tive paquerinhas, então achei muito legal conhecer essa história, porque tudo foi novo para mim. Mas depois dessa leitura, eu descobri que amizades verdadeiras e bons sentimentos duram muito mais do que uma simples temporada na praia.

Uma Janela na Praia

Eu gostei bastante da obra como um todo, mas o final ganhou meu coração. Uma janela na praia é um livro tão fofo, daqueles que a gente lê e já imagina um filme típico da Sessão da tarde. É impossível ler a obra e não se apaixonar pelos personagens e torcer para que determinadas situações se resolvam. Em vários momentos eu me peguei com o coração na boca, torcendo para que a história tomasse o rumo que eu estava desejando.

Antes que eu me esqueça, teve um acontecimento nessa história que me trouxe boas recordações: o tal jogo de futebol com homens de chuteira, vestidos e maquiagem. Existem várias fotos aqui na minha casa (que eu decidi não publicar na internet) onde meu pai, tios e amigos também estão jogando bola com essas roupas. Eu achava que ninguém tinha esse costume, mas vi que não é algo tão fora do comum (mas acredito que seja uma tradição mais antiga e que não é muito praticada nos dias de hoje).

Se você está em busca de uma leitura rápida, leve e divertida, Uma janela na praia é a pedida certa. Eu tinha planos para ler essa obra durante minha semana na praia, mas decidi antecipar e já entrar no clima de sol, praia e curtição ♥

Agradeço imensamente a E. Samuel por ter acreditado mais uma vez no meu trabalho e por ter cedido sua obra para que eu pudesse realizar a leitura.

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Conheça as demais obras da autora E. Samuel já resenhadas aqui no blog


  • Editora: Independente
  • ISBN: B078TZN3CQ
  • Autor(es): E. Samuel
  • Páginas: 241 páginas
  • Ano: 2018
  • Avaliação: 4/5
  • Adicione no Skoob
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