Livros

Motivos para ler: Millennium – Os homens que não amavam as mulheres

Bom dia, sonhadores! Tudo bem com vocês?!

Meu namorado sempre me recomendou a trilogia Millennium, mas só esse ano (depois de mais de 7 anos de namoro!!) eu senti que era a hora de ler Os homens que não amavam as mulheres, que é o primeiro livro da trilogia. Aproveitei que eu tinha prometido pro Pablo que essa seria a minha primeira leitura de 2020 e fui que fui, principalmente porque eu também estava *cof cof* participando da MLV – que fracassei, obviamente…

Eu até tinha pensado em escrever uma resenha sobre essa obra, mas achei que seria mais interessante fazer um post com alguns motivos para ler Os homens que não amavam as mulheres. Espero que vocês gostem!

 

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Pessoal

Algumas metas para 2020

Oi, sonhadores! Tudo certo com vocês?!

Sempre que um novo ano se inicia, eu fico pensando em algumas metas para realizar durante esses 12 meses. São metas literárias, séries que pretendo assistir, filmes que gostaria de (re)ver, metas pessoais, etc… E aí eu fiquei com vontade de dividir com vocês algumas dessas metas.

Economizar dinheiro

Essa é a meta mais importante! Eu sei que dinheiro não é tudo nessa vida (graças a Deus), mas eu gostaria de ser menos gastona em 2020 – e levar isso pro resto da minha vida. Além disso, eu também estou planejando cursar uma pós-graduação e o investimento vai pesar um pouco no meu orçamento. Mas, eu sei que se eu me organizar (e me esforçar), eu consigo!

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Diversão, Livros

Maratona Literária de Verão: será se vou flopar?

Oi, sonhadores! Tudo certo com vocês?!

Quem me acompanha há mais tempo sabe que eu sempre flopo quando o assunto é fazer alguma maratona literária. Já tentei participar outras vezes das maratonas organizadas pelo GF, e também já tentei organizar as minhas próprias maratonas, mas nem sempre consigo realizar os objetivos e metas.

Só que dessa vez eu fiquei bem animada com a maratona literária de verão que o Victor do Geek Freak está organizando. E a Ana Roendo Livros acabou me dando um empurrãozinho de motivação, e lá vamos nós!!!

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Resenhas

Eu li: E se tocássemos o céu?

E se tocássemos o céu? foi a primeira obra que li no meu Kindle (olha só como eu tô moderninha!) e posso dizer que foi a melhor escolha que fiz. Eu conheço o Léo desde a época em que ele tinha blog, sigo ele no Twitter e sempre que dá eu confiro os vídeos que ele posta no Youtube. Ou seja, quando descobri que ele iria publicar um e-book, eu já fiquei doida para ler. Afinal, eu sempre fui fã do trabalho desse guri que é dono de um coração enorme!

O livro nos conta a história de Joaquim, um dos protagonistas mais fofos que eu já tive o prazer de conhecer! Fã de música, de heróis e do Chris Hemsworth, esse jovem me conquistou logo nas primeiras páginas. Aos poucos vamos conhecendo mais sobre esse personagem incrível, conhecemos seus medos, seus desejos e também como ele se sente no mundo. Afinal, de alguma forma ou de outra, todos tentamos deixar nossa marca nessa vida. E é muito bonito como Joaquim vai descobrindo tudo o que é capaz.

Apesar de ser um livro relativamente curto, E se tocássemos o céu? acabou se revelando uma leitura  muito sensível e necessária. Gostei de como o autor desenvolveu seus personagens e de como a trama foi acontecendo de uma maneira bem natural. Não vou me estender em muitos detalhes para não estragar a experiência de quem vai ler a obra, mas se você está em busca de uma história fofa e com personagens incríveis E se tocássemos o céu? é a pedida certa.

A escrita do Léo é sensível, poética e é perceptível que ele escreveu sua obra com o coração. O fato de o livro ser LGBT não foi um impeditivo para eu não gostar da trama. Pelo contrário, eu me senti parte da narrativa do autor e posso dizer que a leitura de E se tocássemos o céu? foi divertida, emocionante e me marcou. Quando finalizei a história, me lembrei dos livros Simon vs. a agenda Homo Sapiens e Aristóteles e Dante descobrem os segredos do Universo e meu coração ficou em festa. Desejo todo sucesso para o Léo nessa nova fase

Enquanto escrevia esse post (possivelmente o último do ano) fiquei pensando em como as histórias mexem com as pessoas de diversas formas; como é tão singular a maneira que interpretamos as narrativas e como tudo isso é tão bonito. Talvez eu esteja sendo dramática (será??!!) ou exagerando, mas E se tocássemos o céu? também fez com que eu refletisse sobre a Cássia-leitora. E isso foi incrível.