Imaginago: um canal que diverte e encanta ♥

Arquivado em Fica a dica, Mídias
- março 30, 2017

Oi, gente! Tudo bem com vocês?! Espero que sim!

No post de hoje vou falar sobre um canal que eu descobri recentemente no Youtube e que se tornou um dos meus preferidos: o Imaginago. Eu descobri o canal porque certo domingo em que eu estava sem sono, eu comecei a procurar vídeos sobre O rei leão. E ai eu encontrei uma lista super bacanas de vídeos sobre esse tema, todos feitos pelo Imaginago (Imaginação + T[h]iago).

Além de ser um apaixonado por O rei leão (me identifiquei bastante, hahaha), o Imaginago também posta vídeos sobre diversas animações, principalmente da Disney, Pixar e DreamWorks, além de produzir vídeos com inúmeras teorias sobre os mais diversos temas (lembrando: todos voltados para o mundo das animações).

O Imaginago é o maior fumador de banana que vocês vão conhecer nessa vida. É sério! Às vezes ele começa os vídeos com umas histórias meio loucas, mas no final tudo acaba fazendo sentido.

Eu acabei assistindo alguns filmes por indicação do canal, como foi o caso de Caroline. E eu também acho super bacana que filmes que não são tão conhecidos ganham destaque nos vídeos, como por exemplo O Caminho para El Dorado.

Não deixem de conferir o canal Imaginago. Tenho certeza de que vocês não vão se arrepender ♥

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[Resenha] – Quem era ela

Arquivado em Livros, Resenhas
- março 27, 2017

Fazia tempo que um livro não me prendia da primeira até a última página; Comecei a leitura de Quem era ela por conta dos inúmeros comentários positivos que circularam nas redes sociais a respeito da obra, e quando percebi, já estava devorando o livro em busca de respostas. Li as quase 340 páginas em menos de três dias e posso dizer que o livro entrou na minha lista de melhores leituras do ano.

Como você se sentiria que precisasse responder um questionário e seguir regras para morar em uma casa perfeita?! 

Folgate Street, nº 1 foi planejada por Edward Monkford, um renomeado arquiteto e um dos sócios fundadores da Monkford e Associdados. A casa é minimalista e é composta por muita tecnologia, desde uma senha para abrir a porta, até sensores que ligam o chuveiro, e ela é considerada uma casa muito segura. Mas por conta de todas essas qualidades, os interessados em morar em Folgate Street, nº 1 precisam preencher uma série de formulários e realizar uma entrevista com Edward, que tem o veredito final sobre quem poderá morar lá.

O livro é narrado sob a perspectiva de duas personagens: Antes: EmmaDepois: Jane. As diferentes visões a respeito da Folgate Street, nº 1 são importantes para o melhor desenvolvimento e entendimento da história. Jane é a atual moradora da casa, mas aos poucos descobre que a antiga inquilina, Emma, teve uma história misteriosa enquanto viveu ali. Aos poucos Jane se vê envolvida nesse mistério, e tenta descobrir o que, de fato, aconteceu.

Durante a leitura da obra é possível identificar que Jane e Emma possuem algumas características em comum, o que torna toda história ainda mais enigmática. Por conta da narrativa que se alterna, é possível acompanhar a vida de Emma e em que ponto a história de Jane “cruzou” com a dela. E eu adianto uma coisinha pra vocês: são fatos de tirar o sono.

Todos os personagens tem um peso muito forte na história. Eles foram muito bem desenvolvidos e possuem ligações que tornam toda a história por trás de Folgate Street, nº 1 mais misteriosa. É difícil de saber quem está falando a verdade e quem está tentando tirar algum tipo de proveito diante dos fatos apresentados. Além disso, a casa em si também se torna uma espécie de personagem, uma vez que as descrições sobre ela são muito bem detalhadas e ela (sim, a casa!!) pode induzir conclusões a respeito de diversos fatos.

Os capítulos são curtos e o autor soube criar um clima de muito suspense, mistérios e enigmas a respeito da casa e também dos personagens. A impressão que eu tive foi a de que JP Delaney “jogava” informações para o leitor guardar na memória e só trabalhava com isso nos capítulos seguintes. Isso prendeu minha atenção de uma maneira que não sei explicar; só sei que foi muito bom.

Não tenho tempo para pessoas que não se esforçam para aperfeiçoar a si mesmas.

Concordo [ ] [ ] [ ] [ ] [ ] Discordo

 

Quem era ela aborda temas do cotidiano, temas que são considerados tabus nos dias de hoje e também temas que dificilmente são vistos na literatura. O livro quebra paradigmas e faz questão de mostrar que toda ação tem uma reação.

A edição da Intrínseca está um capricho; o livro veio dentro de uma caixinha, sem muitas explicações sobre a obra (e me conquistou logo ali). Eu achei super interessante que os inícios de capítulos são parte dos questionários respondidos pelas personagens, o que me fazia ficar refletindo sobre diversos assuntos da minha vida – e também sobre o rumo que a história estava seguindo.

Eu queria ficar falando sobre esse livro por mais capítulos. Mas o meu medo de soltar algum spoiler é grande. E é sério: o livro só tem graça se você descobre aos poucos o que aconteceu. Mas é claro, se você já leu e quer trocar figurinhas sobre a história, é só me mandar um e-mail

Só peço uma coisa: leiam esse livro! Quem era ela é uma obra de arte e me lembrou bastante os livros da Gillian Flynn. Eu já fiquei imaginando uma adaptação para o cinema e vou indicar esse livro com todas as forças pra todo mundo, hahaha!


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[Resenha] – Biblioteca de Almas

Arquivado em Livros, Resenhas
- março 23, 2017

⚠ Essa resenha pode conter spoilers dos demais livros da trilogia.

O lar da srta. Peregrine para crianças peculiares | • Cidade dos etéreos


Terminar uma trilogia é sempre triste. Eu sempre fico com aquela sensação de que estou me despedindo de grandes amigos, e com Biblioteca de Almas não foi diferente. Eu gostei bastante da leitura dos dois primeiros livros, mas esse terceiro fechou a trilogia com chave de ouro – e eu quase comecei a reler tudinho quando cheguei na última página.

Em Biblioteca de Almas, podemos acompanhar a jornada de Emma e Jacob em busca do Recanto do Demônio, onde seus amigos estão presos. Eles também contaram com a ajuda de Addison (o cão falante) e os três se tornaram invencíveis. A jornada não foi fácil, e os três precisaram lidar com inúmeros acólitosetéreos durante todo o caminho. Mas aos poucos eles começaram a descobrir um pouco mais sobre a história dos peculiares e também contaram com a ajuda de novos personagens.

Para mim, a história desse livro foi a mais real de todas. Digo isso porque a maldade realmente existiu de uma forma mais evidente e também porque a lealdade dos personagens foi colocada a prova em diversos momentos da trama. Se Caul se mostrou um personagem extremamente cruel no segundo livro, nesse terceiro podemos acompanhar um nível mais macabro de crueldade. Era impossível saber ou deduzir o que iria acontecer, pois a cada nova página era uma “bomba” que o autor soltava e me deixava curiosa e sem folêgo – e foi por conta disso que eu devorei essa obra.

Se no segundo livro nós fomos apresentados a novos peculiares, em Biblioteca de Almas esse leque se abriu de uma maneira inimaginável. Apesar de não serem muitos quantitativamente, os novos peculiares apresentados possuem histórias muito interessantes e surpreendentes. Eu confesso que fiquei de queixo caído em inúmeras partes. Além disso, nesse livro também podemos conhecer a fenda mais obscura e cruel do mundo peculiar.

Apesar de eu ter imaginado um final diferente, a leitura de Biblioteca de Almas foi extremamente proveitosa e tudo se encerrou sem pontas soltas. Claro que o autor poderia (em um futuro bem próximo, obrigada!) lançar alguns contos sobre determinados personagens – no mesmo estilo do livro Contos Peculiares. Porque é impossível não querer mais e mais desse mundo e personagens encantadores. 

Preciso fazer um parenteses para dizer que senti falta da entrevista do autor no final do livro, e que as fotos dessa edição são tão boas quanto as dos demais livros. Toda trilogia foi feita com muito capricho e ela se tornou uma das minhas favoritas da vida!

Contos Peculiares será uma das minhas próximas leituras Não vejo a hora de viajar novamente pra essa “fenda” que Ransom Riggs criou.


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